segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

MARLENE DIETRICH

Nasceu no dia 27 de Dezembro de 1901 a actriz e cantora alemã Marie Magdelene Dietrich von Losch, que acabou por se naturalizar cidadã norte-americana. Hitler ainda a convidou para participar em filmes pró-nazistas, mas Marlene Dietrich recusou. Foi acusada pelo ditador de traidora  e desrespeitosa para com a nação alemã, o que a levou a pedir nacionalidade americana. Dietrich actuava, mas sómente para distrair e aliviar a dor dos soldados aliados. Depois de terminada a segunda grande guerra foi condecorada e a partir desse momento revelou-se o outro dom de Marlene: a voz maravilhosa de Dietrich!
Poet'anarquista
Marlene Dietrich
Actriz e Cantora Estadunidense

VIDA E CARREIRA
Marlene Dietrich (nome artístico de Marie Magdelene Dietrich von Losch; Berlin-Schöneberg, 27 de Dezembro de 1901 —Paris, França, 6 de Maio de 1992) foi uma actriz e cantora alemã, naturalizada estadunidense.
Dietrich nasceu Marie Magdalene Dietrich em 27 de dezembro de 1901 em Schöneberg, um distrito de Berlim, Alemanha. Ela era a mais nova das duas filhas (a irmã Elisabeth era um ano mais velha) de Louis Erich Otto Dietrich e Wilhelmina Elisabeth Josephine Dietrich. A mãe de Dietrich era de uma família abastada de Berlim que tinha uma fábrica de relógios e o seu pai era um tenente da polícia. Veio a morrer em 1911. O seu melhor amigo, Eduard von Losch, um aristocrata primeiro tenente dos Granadeiros cortejou Wilhelmina e mais tarde casou-se com ela em 1916, mas morreu logo depois, como resultado de ferimentos sofridos durante a Primeira Guerra Mundial.
Dietrich fez escola de artes cénicas e participou de filmes mudos até 1930. Em 1921, casou-se com um ajudante de diretor chamado Rudolf Sieber, e teve uma única filha, Maria, nascida em 1924.
Estreou no teatro aos vinte e três anos de idade, fazendo cinco anos de carreira apagada até ser descoberta pelo director austríaco Josef von Sternberg, que a convidou para protagonizar o filme Der Blaue Engel (1930), lançado no Brasil como O Anjo Azul, e baseado no romance de Heinrich Mann, Professor Unrat. Foi o primeiro dos sete filmes nos quais Marlene Dietrich e o director Josef von Sternberg trabalharam juntos. Os demais foram Marrocos (1930), Desonrada (1931), O Expresso de Shangai(1932), A Vênus Loira (1932), A Imperatriz Galante (1934) e Mulher Satânica (1935). Depois de trabalhar com von Sternberg, ela foi foi para Hollywood, onde trabalhou em filmes mais profundos e mais marcantes.
Foi convidada por Hitler para protagonizar filmes pró-nazistas, mas recusou o convite e se tornou-se cidadã estadunidense, o que Hitler tomou como um desrespeito para a pátria alemã, e chamou Dietrich de traidora.
Durante a Segunda Guerra Mundial, Marlene foi ao encontro das tropas aliadas, onde cantava para divertir e aliviar a dor dos soldados. Condecorada com medalha após a guerra, Marlene descobriu um dom que poderia explorar: a sua voz. Assim começou a cantar além de actuar. A partir de 1951, começa a  apresentar-se em espectáculos em Las Vegas, no Sahara Hotel.
Em 1961 Marlene protagonizou um filme que quebraria barreiras e chocaria o mundo com um assunto que ainda assustava. O filme era Julgamento em Nuremberg, que tratava do holocausto, do nazismo, e do tumultuado julgamento que condenou os grandes líderes nazistas.
Em digressões mundiais, visitou inúmeros países, porém voltou para a sua pátria, a Alemanha, apenas em 1962, e a sua volta não agradou a todos, pois os nazistas remanescentes chamaram-na de traidora em pleno aeroporto. Marlene tinha em Berlim uma de suas melhores amigas, a também talentosa cantora e actriz Hildegard Knef.
Em 1978, Marlene protagonizou o seu último filme, Apenas um Gigolô, onde contracenou com David Bowie. Porém, nesse meio tempo, fez várias participações em rádio e programas de televisão. Finalmente, escondeu-se no seu apartamento em Paris, onde morreu aos noventa anos de idade, de causas naturais. Porém, existem comentários de que Marlene se matou com calmantes, pois não suportava o facto de envelhecer. Outras fontes dizem que ela tinha doença de Alzheimer e, por isso, matou-se, mas não existe nada que comprove essas informações.
Em 2001 foi realizado um filme biográfico sobre a diva, dirigido pelo seu neto e com comentários de várias pessoas que conviveram com Dietrich, como a sua filha Maria Riva, o seu sobrinho, Hildegard Knef, Burt Bacharach, o filho de von Sternberg, entre outros.
Maria Riva escreveu um livro sobre a sua mãe, no qual a declarava uma pessoa fria e autoritária.
Foi a primeira mulher a usar calças publicamente, nos anos 1920.
PRÉMIOS E INDICAÇÕES
Marlene foi indicada para Oscar de 1931, na categoria de melhor atriz, pela actuação em Marrocos.
Em 1958 foi indicada ao Globo de Ouro, na categoria de melhor atriz de cinema - drama, por Testemunha de Acusação (1957). No mesmo ano recebeu o Golden Laurel, como segunda colocada na categoria de melhor atriz por Testemunha de Acusação.
Fonte: Poet'anarquista
LA VIE EN ROSE

MARLENE DIETRICH


"Marlene Dietrich"
Palera 87


La Vie En Rose

Des yeux qui font baiser les miens,
Un rire qui se perd sur sa bouche,
Voilà le portrait sans retouche
De l'homme auquel j'appartiens
[Refrain]
Quand il me prend dans ses bras
Il me parle tout bas,
Je vois la vie en rose.
Il me dit des mots d'amour,
Des mots de tous les jours,
Et ça m'fait quelque chose.
Il est entré dans mon coeur
Une part de bonheur
Dont je connais la cause.
C'est lui pour moi,
Moi pour lui dans la vie,
Il me l'a dit, l'a juré
Pour la vie.
Et dès que je l'apercois
Alors je sens en moi
Mon coeur qui bat
Des nuits d'amour à plus finir
Un grand bonheur qui prend sa place
Des ennuis des chagrins s'effacent
Heureux, heureux à en mourir.
[au Refrain]

Marlene Dietrich

3 comentários:

Anónimo disse...

They call me Mister Tibbs!

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xpto disse...

Parabens. O teu blogue está cada vez melhor. Merece o destaque do ano e tal vou referir no balanço do ano. Não está ao alcance de todos, porque nem todos se interessam por cultura. Não está ao alcance de todos, porque nem todos compreendem o teu humor sarcastico, tão puco os cartoons que dão lugar a versos como mais abaixo se pode comprovar.
Continua, porque mais tarde ou mais cedo serás apontado como alguem que fez algo de válido.
Um abraço
Xico

Anónimo disse...

Fantástica esta publicação, muitos parabéns Poet'anarquista. Adorei o desenho do Palera!